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Quando Jesus Assume o Comando

  • Foto do escritor: Open Planning
    Open Planning
  • 11 de jan.
  • 2 min de leitura

O campo de batalha não é externo. Nunca foi.


A guerra real acontece na mente.

É ali que pensamentos são plantados, distorcidos e normalizados.


A Escritura não sugere — ela ordena: “Levamos cativo todo pensamento à obediência de Cristo.” (2 Coríntios 10:5)


Pensamento não governado vira crença. Crença não confrontada vira decisão. Decisão sem Cristo vira ruínalenta, silenciosa e racionalizada.


O Inimigo das nossas Almas não precisa destruir estruturas. Basta confundir mentes. Não precisa gritar. Basta convencer.


Ele atua no sucesso tanto quanto no fracasso. Na autoconfiança excessiva e na culpa disfarçada de humildade. Na pressa, no medo, na distração — e principalmente no controle próprio sem Deus.


Quando Cristo não governa os pensamentos, alguém governa.


A resposta não é força emocional, nem positivismo espiritual.

É rendição objetiva.

É dizer: Assume o comando.”


Quando Jesus governa a mente, o inimigo perde acesso. Sem palco. Sem espaço. Sem voz.


Palavra para alinhar.

Espírito para sustentar.

Oração para manter lucidez.


Nada disso é místico. É estratégia.


No fim, a pergunta é simples — e incômoda: quem está no controle dos seus pensamentos agora?


Cuidado se responder: EU!


Porque quando EU governo meus pensamentos, Cristo vira consultor — não Senhor.


E onde Jesus não governa, alguém governa. Nunca fica vago. Nunca fica neutro.


Autonomia espiritual parece maturidade, mas quase sempre é só orgulho bem articulado.


A mente não foi criada para ser trono. Foi criada para ser altar.


Se EU estou no comando, já perdi o controle.


Inspirado em reflexões de Chuck Swindoll

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