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“Made in China” conseguirá sustentar a confiança conquistada no médio e no longo prazo?
Provavelmente sim no médio prazo. No longo prazo, ainda não existe veredito. O “Made in China” já não depende apenas de mão de obra barata, cópia ou vantagem cambial. Hoje existe uma base real formada por pesquisa, engenharia, escala industrial, domínio de cadeias produtivas e capacidade de transformar inovação em produtos acessíveis. Em 2025, a China entrou pela primeira vez entre as dez economias mais inovadoras do mundo, ocupando também a quinta posição em resultados de in

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há 6 dias4 min de leitura


Quem Acreditou em Nossa Mensagem?
Isaías 53 e o Maior Desafio da Publicidade: Conquistar a Confiança Antes da Atenção A história da comunicação é, antes de tudo, a história da busca pela confiança. Desde os primeiros registros escritos da humanidade, homens e mulheres tentam persuadir, ensinar, advertir, inspirar e mobilizar outras pessoas por meio das palavras. Contudo, nenhuma mensagem produz transformação apenas por existir. Ela precisa ser recebida, compreendida e, sobretudo, acreditada. É precisamente es

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2 de ago.4 min de leitura


Publicidade e Propaganda: Quem Acreditou em Nossa Mensagem?
A Economia da Confiança e o Maior Desafio da Publicidade no Século XXI “Quem acreditou em nossa mensagem? E a quem foi revelado o braço do Senhor?” (Isaías 53:1) Há aproximadamente 2.700 anos, o profeta Isaías iniciou um dos capítulos mais conhecidos da literatura bíblica com uma pergunta que, à primeira vista, parece exclusivamente teológica. Contudo, sua profundidade ultrapassa o campo religioso e alcança uma das questões mais relevantes da comunicação contemporânea: por qu

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2 de ago.4 min de leitura


O Rosa da Resistência: como o Guaraná Jesus transformou preconceito em patrimônio cultural brasileiro
Durante décadas, o mercado brasileiro foi moldado pela ideia de que apenas produtos originários dos grandes centros econômicos possuíam condições de alcançar relevância nacional. Marcas nascidas fora do eixo Rio–São Paulo eram frequentemente classificadas como “regionais”, quase sempre em um sentido pejorativo: limitadas, pouco sofisticadas e incapazes de competir com gigantes da indústria. O Guaraná Jesus surgiu justamente nesse contexto. Nascido em São Luís do Maranhão, com

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31 de jul.4 min de leitura


Muito Além do Guaraná: A Vitória da Identidade Brasileira
O Preconceito Engarrafado: Como a Itubaína Transformou o Sabor do Interior em Patrimônio Cultural Brasileiro Vivemos em uma sociedade que frequentemente confunde qualidade com prestígio, origem com valor e tradição com atraso. Ao longo do século XX, o Brasil assistiu à consolidação de grandes marcas globais que passaram a ocupar não apenas as prateleiras dos supermercados, mas também o imaginário coletivo. Nesse cenário, muitos produtos genuinamente brasileiros foram relegado

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31 de jul.4 min de leitura


O Mercado de Luxo e o Poder de Arbitrar a Escassez: Entre a Excelência e a Manipulação do Desejo
O mercado de luxo ocupa uma posição singular na economia contemporânea. Enquanto a maioria dos setores busca ampliar produção, reduzir preços e democratizar o acesso aos seus produtos, as grandes maisons seguem um caminho oposto: controlam rigorosamente a oferta, restringem a distribuição e cultivam a escassez como parte essencial de sua estratégia. Esse modelo faz surgir um questionamento inevitável: até que ponto essa prática representa uma legítima preservação do valor da

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31 de jul.3 min de leitura


Consumimos Necessidades ou Emoções? A Psicologia Oculta por Trás do Consumo Moderno
Durante muito tempo, acreditou-se que o consumo era consequência direta das necessidades humanas. Compra-se porque falta; adquire-se porque é útil; substitui-se porque se desgastou. Essa lógica, embora verdadeira em parte, já não explica a maior parcela do comportamento do consumidor contemporâneo. Em uma sociedade conectada, altamente competitiva e permanentemente exposta à comparação social, consumir deixou de ser apenas um ato econômico para tornar-se um fenômeno psicológi

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29 de jul.3 min de leitura


A Geração de 1965: a última ponte entre o mundo analógico e a inteligência artificia
Há gerações que constroem o futuro. Outras que preservam o passado. A geração de 1965 talvez tenha recebido uma missão mais complexa: conectar ambos. Quem nasceu nesse período cresceu em um mundo onde a confiança era construída no olhar, os contratos eram assinados à mão, as relações exigiam presença e a informação precisava ser conquistada. Aprendeu que reputação levava décadas para ser construída e poucos minutos para ser destruída. Ao longo da vida, essa mesma geração test

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19 de jul.2 min de leitura


A Inteligência Artificial Não Acabou com o Marketing. Ela Apenas Devolveu o Marketing à Sua Essência: Human to Human (h2h)
Vivemos uma das maiores transformações tecnológicas da história. A Inteligência Artificial passou a produzir textos, imagens, vídeos, campanhas publicitárias, analisar dados e automatizar processos em uma velocidade inimaginável há poucos anos. Diante desse cenário, tornou-se comum ouvir que “o marketing acabou”. Entretanto, essa afirmação não revela o fim do marketing, mas sim o fim de uma compreensão limitada sobre o que ele realmente representa. Ao longo da última década,

Open Planning
17 de jul.3 min de leitura


O AGRO Aprendeu a Produzir. Agora Precisa Aprender a Proteger o que Produz
Durante décadas, o agronegócio brasileiro venceu pela competência técnica. Transformou solos improdutivos em áreas altamente rentáveis. Desenvolveu tecnologia tropical, aumentou a produtividade e tornou o Brasil uma das maiores potências agroalimentares do planeta. Mas existe uma diferença entre produzir riqueza e preservá-la. Hoje, mesmo diante de safras históricas e recordes de exportação, cresce o número de produtores pressionados por juros elevados, aumento dos custos, os

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14 de jul.2 min de leitura


Montblanc: a história da marca encontra a história assinada por você
Existem objetos que cumprem apenas uma função prática. Outros, porém, ultrapassam sua utilidade e passam a representar conquistas, memória, identidade e pertencimento. A caneta Montblanc está inserida nesse segundo grupo. Seu valor não está apenas no design, na precisão de sua fabricação ou no prestígio construído ao longo do tempo. A verdadeira força da marca está em sua capacidade de encontrar a história de quem a utiliza. A Montblanc possui uma trajetória fundamentada em t

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2 de jul.3 min de leitura


Quando marcas deixam de vender produtos e passam a preservar histórias
A colaboração entre Playmobil e Vespa é muito mais do que uma estratégia comercial destinada a reunir duas marcas mundialmente reconhecidas. Ela representa o encontro de dois patrimônios culturais que atravessaram gerações, sobreviveram às mudanças do mercado e se tornaram parte da memória coletiva de suas respectivas sociedades. De um lado está a precisão criativa alemã da Playmobil. Do outro, a elegância e o espírito de liberdade representados pela italiana Vespa. Quando es

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2 de jul.3 min de leitura


A inclusão termina onde começa a diferença real?
Sou disléxico, casado com uma mulher disléxica e pai de um disléxico. Portanto, a dislexia não é, para mim, apenas um conceito clínico, um tema educacional ou uma pauta corporativa. Ela faz parte da nossa realidade familiar, profissional e social. Vivemos diariamente o abismo existente entre o discurso da inclusão e sua aplicação prática. Muito se fala sobre o direito de cada pessoa ser diferente. Empresas promovem campanhas, criam comitês, divulgam compromissos institucionai

Open Planning
30 de jun.2 min de leitura


Liderar com firmeza sem perder a humanidade
“Desagradar faz parte da liderança. Ser desagradável, não.” Carolina Miragaia Liderar não é buscar aprovação constante. Em qualquer ambiente corporativo, decisões precisam ser tomadas, metas precisam ser cobradas, conflitos precisam ser enfrentados e comportamentos inadequados precisam ser corrigidos. Naturalmente, nem todas essas atitudes serão bem recebidas. Em muitos momentos, a liderança responsável irá contrariar expectativas, frustrar interesses individuais e estabelece

Open Planning
29 de jun.2 min de leitura


Ser Voz em Meio ao Ruído: João Batista, Propósito e os Desafios da Publicidade
Quando eu, Marcelo Miragaia, me identifico com a pessoa de João Batista, não estabeleço uma comparação de grandeza espiritual, histórica ou ministerial. Encontro, porém, em sua trajetória, princípios que ajudam a interpretar os desafios vividos por mim como pessoa e, principalmente, como profissional da publicidade: a coragem de comunicar verdades, a responsabilidade de preparar caminhos e a disposição de sustentar uma mensagem mesmo quando ela contraria interesses, convençõe

Open Planning
28 de jun.2 min de leitura


Sala da Desintoxicação Estratégica: uma necessidade empresarial no Brasil
A volatilidade tributária, insegurança regulatória, custo de capital elevado, inflação estrutural, imprevisibilidade política e oscilações de consumo criam um ecossistema onde o empresário vive em modo reativo quase permanente. Ele deixa de pensar estrategicamente e passa a apenas reagir. Empreender no Brasil exige muito mais do que visão, competência ou capacidade técnica. Exige resiliência psicológica, maturidade emocional e uma capacidade quase sobre-humana de operar em am

Open Planning
21 de jun.2 min de leitura


Open Planning: Estratégia que nasce do propósito
Existe uma diferença fundamental entre empresas que apenas planejam e empresas que sabem por que planejam. A maioria das organizações constrói estratégias para crescer, vender mais, ganhar mercado ou aumentar sua rentabilidade. Tudo isso é muito importante. Mas nenhuma dessas coisas representa o propósito de uma empresa. São consequências. Quando definimos propósito como o alinhamento entre identidade, valores, talentos, responsabilidade e contribuição colocados a serviço de

Open Planning
15 de jun.2 min de leitura


H2H Strategy: O Futuro dos Negócios Não Será Tecnológico. Será Humano
Além dos conceitos, ideologias e suas narrativas. Durante décadas, empresas investiram bilhões em tecnologia, automação, inteligência artificial, processos, metodologias e ferramentas de gestão. Tudo isso trouxe ganhos extraordinários de produtividade. Porém, existe uma verdade que permanece imutável: Negócios continuam sendo feitos por pessoas. A tecnologia encurta caminhos, mas não constrói confiança. O marketing gera atenção, mas não cria relacionamento. O produto desperta

Open Planning
13 de jun.2 min de leitura


A Publicidade Brasileira dos Anos 70 Continua Contando Histórias
As primeiras palavras do capítulo de um Livro escrito em torno de 700 a.C. são: "Quem acreditou em nossa mensagem? (…)" E a pergunta permanece nos dias atuais: Quem está disposto e “com tempo” para ouvir e dar crédito a uma mensagem? Esse anúncio da Volkswagen TL é um excelente retrato da publicidade brasileira dos anos 1970. Ele revela não apenas como os carros eram vendidos, mas também como as marcas dialogavam com os valores sociais, culturais e comportamentais da época. A

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4 de jun.9 min de leitura


“Informe Publicitário”
Transparência Não Enfraquece a Publicidade. Fortalece a Confiança. Vivemos uma era em que a publicidade está em todos os lugares. Ela aparece nos anúncios patrocinados, nos influenciadores, nos conteúdos produzidos por marcas, nos vídeos curtos, nos podcasts, nos filtros interativos, nos marketplaces e até mesmo em conteúdos que, muitas vezes, se apresentam como simples recomendações pessoais. Não há nada de errado com a publicidade. O problema surge quando a fronteira entre

Open Planning
2 de jun.2 min de leitura
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