
Por que escolhemos mal, até mesmo o mal?
- Open Planning

- 6 de jan.
- 2 min de leitura
Escolhemos mal, até mesmo o mal, por alguns motivos bem humanos:
1. Porque confundimos liberdade com ausência de limites.
Nem tudo que posso me convém. Mas o coração, quando quer mandar mais que a consciência, chama impulso de liberdade.
2. Porque o mal costuma vir bem vestido.
Raramente ele chega dizendo “sou o mal”. Vem disfarçado de alívio rápido, prazer imediato, poder, vingança, anestesia da dor. É o atalho que promete descanso… e cobra juros depois.
3. Porque somos movidos mais por desejo do que por verdade.
A verdade exige maturidade. O desejo exige agora. E, sejamos sinceros, o “agora” costuma ganhar essa briga.
4. Porque feridas não tratadas tomam decisões por nós.
Muitas escolhas ruins não nascem da maldade, mas da dor. Um coração feridoescolhe errado tentando sobreviver.
5. Porque existe em nós uma inclinação real ao erro.
Do ponto de vista de Cristo, isso não é pessimismo — é diagnóstico. O Livro de Elichama de natureza caída. Não somos neutros. Precisamos ser conduzidos, não apenas informados.
6. Porque escolher o bem dá trabalho.
O bem exige renúncia, espera, disciplina, humildade. O mal geralmente só exige um “sim”.
No fundo, a pergunta não é só por que escolhemos mal, mas: quem ou o quê está conduzindo nossas escolhas?
Quando Cristo fala em caminho estreito, não é para limitar a vida — é para salvá-la.
O ser humano não se perde por falta de informação, mas por falta de direção.
E aqui vai a parte humilde (e um pouco irônica): se escolher bem fosse natural, não conheceríamos o errar o alvo e não precisaríamos de redenção.











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