
Jesus Cristo
- Open Planning

- 15 de jan.
- 2 min de leitura
Atualizado: 16 de jan.
Jesus Cristo não é uma fábula moral, nem um manual de bons costumes, nem um filósofo ético “avant-la-lettre”. Isso até serve para palestra motivacional… mas não para o ser um discípulo de Cristo. Jesus Cristo é Deus no meio de nós.
O ser um discípulo de Cristo começa onde a ética sozinha falha:
Deus decidiu entrar na história. Não para dar dicas de comportamento, mas para revelar quem Ele é e reconciliar o homem com Deus.
Se Jesus fosse apenas um bom mestre:
• a cruz seria um exagero trágico;
• a ressurreição seria um delírio coletivo;
• e a fé cristã, uma ONG moral mal organizada.
Mas o escândalo do Evangelho é outro: “O Verbo se fez carne.”
Deus não ficou à distância corrigindo valores — Ele pisou no chão, sangrou, morreu e venceu a morte.
Por isso:
• não é sobre seguir princípios;
• é sobre seguir uma Pessoa;
• não é auto aperfeiçoamento;
• é redenção.
Agora a provocação:
Se Jesus for só um símbolo ético, você o controla.
Se Ele for Deus entre nós… é Ele quem redefine tudo — inclusive você e eu.
Então vamos a um paralelo direto e reto:
Jesus dos Livros de Eli vs. “Jesus coach” moderno
O Jesus coach:
• Veio para aumentar sua autoestima;
• Confirma o que você já pensa (“você é incrível”);
• Nunca confronta — no máximo “orienta”;
• A cruz vira metáfora de superação;
• O alvo errado vira trauma;
• O arrependimento vira processo;
• A verdade é relativa;
• Deus existe para servir seus sonhos;
• Seguidores? Clientes satisfeitos.
Assim: Um Jesus útil, palatável, domesticado — que cabe no feed e não exige nada.
Jesus Cristo, o filho de Deus (o real, inconveniente):
• Veio para matar o velho homem;
• Diz: “Negue-se a si mesmo” (péssimo slogan de marketing);
• Chama alvo errado de pecado;
• A cruz não é símbolo — é sentença;
• Arrependimento não é terapia, é ruptura;
• Verdade não se adapta — confronta;
• Deus não realiza sonhos: Ele estabelece o Reino;
• Seguidores? Discípulos ou nada.
Assim: Um Jesus que não negocia, não pede licença e não compete por likes.
O ponto cego da geração atual
O “Jesus coach” não salva ninguém — só melhora o humor. Ele não transforma caráter, apenas ajusta comportamento. Ele não liberta do pecado, só ensina a conviver com ele.
E aqui a frase que separa os dois mundos: Jesus não veio te fazer sentir melhor consigo mesmo. Veio te reconciliar com Deus — mesmo que isso te quebre no processo.











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