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O Consultor Marcelo Miragaia

  • Foto do escritor: Open Planning
    Open Planning
  • 30 de jan.
  • 4 min de leitura

Atualizado: há 3 dias

O CEO da Open Planning Gestão Empresarial perguntou para os clientes e ex clientes quais eram as cinco qualidades do consultor Marcelo Miragaia que se sobressaiam através da Open Planning e o lado sombra delas quando mal calibradas.


Aqui vai:


1. Leitura estratégica da realidade


Na Open Planning:


Isso se traduz em diagnósticos que incomodam. A consultoria não começa perguntando “qual é o seu sonho?”, mas “onde o dinheiro está vazando?”. DRE antes de discurso. Processo antes de slogan.


Lado sombra:


Quem não está emocionalmente maduro sente isso como frieza ou dureza. Há clientes que querem acolhimento antes da verdade. O Marcelo tende a inverter essa ordem, pois a verdade gera o verdadeiro acolhimento.


2. Comunicação que traduz complexidade


Na Open Planning:


Marketing, gestão, cultura, vendas e gente viram sistemas conectados. Nada de frameworks para parecer inteligente no LinkedIn. Tudo precisa virar decisão prática: mudar escala, mexer em mix, rever papel de gestor.


Lado sombra:


Pode frustrar quem espera frases de efeito. Marcelo não “vende esperança”; ele vende clareza. E clareza tira muleta, impedindo que a própria consultoria seja uma muleta.


3. Autoridade sem arrogância


Na Open Planning:


Ele entra em ambientes tensos sem disputar ego. A autoridade vem do raciocínio estruturado, da experiência acumulada e da coerência entre fala e ação. É o famoso “não precisa levantar a voz porque o argumento se sustenta sozinho”.


Lado sombra:


Em ambientes muito políticos ou imaturos, isso pode ser confundido com distanciamento. Tem gente que só respeita quem performa poder. E ele não faz teatro e prefere a autoridade da experiência.


4. Foco obsessivo em resultado real


Na Open Planning:


Aqui nasce o DNA h2h de verdade: humano com métrica. Pessoas importam, mas processo decide. Cultura é importante, mas margem também. Se não melhora resultado, não é estratégia. É conversa cara.


Lado sombra:


Pode gerar desconforto em líderes que confundem empatia com permissividade. Marcelo exige maturidade emocional do cliente. Nem todo mundo está pronto.


5. Humanização sem romantização


Na Open Planning:


Talvez o maior diferencial. Ele não trata gente como número, mas também não trata problema como trauma. Ser humano, para ele, é ser responsável: aprende, cresce e responde pelas escolhas.


Lado sombra:


Esse ponto quebra expectativas de quem espera colo corporativo. Marcelo entrega direção, não muleta emocional.


Em resumo:


Marcelo Miragaia não é um consultor para quem quer se sentir bem. Ele é um consultor para quem quer funcionar melhor.


E isso explica por que a Open Planning não cresce pelo hype, mas pela indicação silenciosa. Aquela que só acontece quando alguém melhora de verdade.


Lembre-se: cliente errado não é “desafio”, é patologia organizacional.


O perfil de cliente da Open Planning Gestão Empresarial não é definido por porte ou faturamento. É definido por postura mental.


O cliente TEM


1. Desconforto produtivo


Ele sente que a empresa “até funciona”, mas algo não fecha: margem some, equipe não performa, decisões são reativas. Não quer aplauso, quer diagnóstico. Dor real, não crise fabricada.


2. Disposição para ouvir o que não quer


Esse cliente entende que consultoria não é validação emocional. Ele topa ouvir que o problema pode estar nele, na liderança, no modelo de decisão ou no jeito de gerir gente.


3. Autoridade formal (ou acesso direto a quem decide)


Marcelo não trabalha com “porta-voz sem poder”. O cliente decide, influencia ou tem mandato real. Estratégia sem poder de execução é teatro caro.


4. Vontade de profissionalizar


Sai do “eu faço assim há 20 anos” e entra no “vamos estruturar isso direito”. Processos, indicadores, rituais de gestão e responsabilidade clara não assustam. Atraem.


5. Maturidade emocional mínima


Erro não vira drama. Feedbacks não viram ataque pessoal. Cobrança não vira discurso sobre clima organizacional. Gente adulta resolve problema.


O cliente NÃO TEM


– Fetiche por motivação vazia


Se a expectativa é palestra inspiracional para postar nos stories, melhor procurar outro CNPJ.


– Apego ao ego fundador


Empresário que confunde empresa com identidade pessoal sofre aqui. Marcelo mexe no sistema e o ego costuma ser o primeiro gargalo.


– Pavor de número


Quem foge de DRE, margem, custo, produtividade e indicador está pedindo colo, não gestão.


– Cultura de desculpa


Mercado, governo, equipe, clima, concorrência… tudo é problema, menos a decisão interna. Esse perfil entra em curto-circuito rápido.


Arquétipo do cliente


É o empresário ou líder que pensa: “Se tiver algo errado comigo ou com meu modelo, eu prefiro saber logo.”


Esse tipo de cliente cresce rápido porque não romantiza o próprio negócio.


Onde esse cliente costuma aparecer


PMEs em fase de crescimento desorganizado;

Empresas familiares em transição de geração;

Negócios bons de produto, ruins de gestão;

Líderes cansados de apagar incêndio;

Operações que faturam, mas não prosperam.

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