
Marketing h2h em 2026
- Open Planning

- 30 de dez. de 2025
- 3 min de leitura
Atualizado: 1 de jan.
As 5 Perguntas que Definem o Crescimento das Marcas no Brasil em 2026.
O Brasil de 2026 será marcado por três forças simultâneas: polarização social, pressão econômica e fadiga institucional.
Nesse cenário, marcas que operam apenas com lógica de performance, tráfego e promoção estarão falando sozinhas.
É aqui que o Marketing h2h (human to human) deixa de ser discurso bonito e passa a ser estratégia de sobrevivência e crescimento.
A seguir, compartilho cinco perguntas essenciais — e suas respostas — para líderes, marcas e negócios que desejam continuar relevantes.
1ª. Em um país polarizado, marcas ainda podem se posicionar?
Podem. Mas não como partidos.
O erro mais comum é confundir posicionamento com militância.
O Marketing h2h parte de um princípio simples: pessoas são mais complexas do que rótulos ideológicos.
Marcas que prosperam em ambientes polarizados:
• Defendem valores humanos universais;
• Praticam coerência antes de fazer discurso;
• Entendem que respeito gera mais tração do que alinhamento político explícito.
Posicionamento, em 2026, será medido menos pelo que a marca diz e mais pelo modo como ela se comporta.
2ª. Com o poder de compra pressionado, preço ainda é o principal fator de decisão?
Não. Confiança se tornou o verdadeiro “desconto”.
Em tempos de incerteza econômica, o consumidor brasileiro não compra mais por impulso — compra por segurança emocional e racional.
No Marketing h2h:
• Valor percebido supera preço absoluto;
• Clareza e transparência reduzem objeções;
• Educação gera vendas mais sustentáveis do que promoção agressiva.
Quando o dinheiro aperta, o consumidor escolhe quem não o pressiona, mas o respeita.
3ª. A Inteligência Artificial ameaça o Marketing h2h?
Não. Ela expõe quem nunca foi humano.
Em 2026, IA será infraestrutura básica.
Humanidade será diferencial competitivo.
Marcas h2h usam IA para:
• Automatizar o operacional;
• Personalizar jornadas;
• Liberar tempo para conversas reais e decisões melhores.
O risco não está na tecnologia.
Está na marca que só sabe se relacionar por script.
Quanto mais tecnologia disponível, maior será a demanda por presença humana autêntica.
4ª. As pessoas ainda confiam em marcas no Brasil?
Confiam menos em promessas. Confiam mais em atitudes.
O consumidor brasileiro amadureceu.
Ele já viu campanhas perfeitas falharem no primeiro problema real.
Confiança, no h2h, nasce de:
• Pós-venda consistente;
• Atendimento humano, resolutivo e empático;
• Coerência entre discurso, cultura interna e prática diária.
Marca forte não é a que aparece sempre.
É a que não desaparece quando dá errado.
5ª. O que realmente gera crescimento sustentável em 2026?
Relacionamento que constrói reputação — e reputação que gera negócio.
O crescimento dos próximos anos virá menos de grandes campanhas e mais de ecossistemas humanos:
• Clientes que indicam;
• Comunidades que defendem;
• Equipes que vivem a marca
Marketing h2h não acelera vaidade. Ele constrói confiança acumulada.
E confiança, no Brasil de 2026, será o ativo mais raro — e mais valioso.
Conclusão
Marcas que tratam pessoas como números ainda crescerão.
Mas crescerão rápido e raso.
Marcas que tratam pessoas como pessoas crescerão mais devagar no início, mas com profundidade, consistência e legado.
Esse é o caminho que acreditamos e praticamos na Open Planning.
Não vendemos atalhos. Construímos relações que sustentam negócios.











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