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Toguro Mansão Maromba e Grupo Cimed, sabor gira.

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    Open Planning
  • há 6 dias
  • 1 min de leitura

Atualizado: há 5 dias

Flexão do verbo “gerir”: Desempenhar funções de gerência; administrar: gerir uma empresa.


Enquanto alguns tentam desenhar o manual de instruções do giro, o mercado já deu três voltas e mudou a música.


O marketing não pede autorização para girar. Ele gira porque gente se move, cultura se mexe, linguagem envelhece, plataforma morre, outra nasce. Quem fica debatendo “como deveria girar” está, na prática, parado. Só que com PowerPoint.


Estar no giro não é ausência de estratégia. É outra estratégia:


-menos controle de trajetória, mais sensibilidade de campo.

-menos discurso normativo, mais leitura de sinais fracos.

-menos “framework eterno”, mais ajuste contínuo.


O erro clássico é confundir:


entender o giro com participar do giro;

mapear o fluxo com surfar o fluxo.


Quem está no giro:


testa antes de teorizar;

erra em público;

aprende em tempo real;

troca elegância conceitual por tração concreta.


Quem observa demais costuma virar comentarista do jogo que não joga.


O paradoxo delicioso é que só quem entra no giro entende de verdade como ele funciona. O resto vira tese acadêmica sobre uma pista de dança vazia.


E como todo sistema em movimento, o marketing respeita mais quem se arrisca a dançar mal do que quem exige que a música siga a partitura.

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