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O Maior Paradoxo da Ambição Humana

  • Foto do escritor: Open Planning
    Open Planning
  • 12 de jun.
  • 2 min de leitura

É comum ouvir histórias de empresários, atletas, investidores e profissionais bem-sucedidos que dizem a mesma coisa:


Eu observava pessoas que já estavam onde eu queria chegar.


Eles estudavam seus hábitos, faziam perguntas, imitavam comportamentos, absorviam conhecimento e buscavam entender o caminho percorrido por aqueles que admiravam.


Existe uma verdade simples nisso: o ser humano tende a se tornar parecido com aquilo que admira.


Por isso, não surpreende que tantas pessoas alcancem resultados extraordinários quando encontram uma referência clara e decidem segui-la com disciplina.


Mas existe uma reflexão que sempre me chama a atenção.


Se somos tão inclinados a admirar quem acumulou riqueza, poder, influência ou reconhecimento, por que tão poucos demonstram o mesmo entusiasmo em relação a Jesus Cristo?


Milhões afirmam acreditar em Cristo.

Milhões conhecem sua história.

Milhões reconhecem sua importância.


Mas quantos realmente olham para Ele e dizem:


Quero me tornar parecido com Ele.


Não apenas frequentar uma igreja.


Não apenas defender uma tradição.


Não apenas carregar um rótulo religioso.


Mas estudar sua vida, observar suas atitudes, compreender sua forma de amar, perdoar, servir, liderar, suportar injustiças e permanecer firme diante das adversidades.


A lógica do sucesso terreno é clara:


Se alguém alcançou um resultado que eu admiro, devo aprender com essa pessoa.


Seguindo a mesma lógica, não deveria Jesus ser a maior referência da história para quem afirma segui-lo?


Afinal, nenhum outro homem influenciou tantas gerações, transformou tantas vidas ou deixou um legado tão profundo na civilização humana.


Talvez o desafio esteja justamente .


Muitos desejam os benefícios de Cristo.


Poucos desejam o processo de se parecer com Cristo.


Queremos a paz, mas nem sempre a mansidão.


Queremos a esperança, mas nem sempre a fé.


Queremos a graça, mas nem sempre a renúncia.


Queremos a recompensa, mas nem sempre o caminho.


No fim, a pergunta não é se admiramos Jesus.


A pergunta é se Ele é, de fato, a referência que estamos tentando imitar.


Porque todo ser humano está se tornando parecido com alguma coisa.

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