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O Brasil perdeu protagonismo na indústria mundial em 2025 após registrar avanço quase nulo na produção.

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    Open Planning
  • 19 de abr.
  • 1 min de leitura

O resultado fez o país despencar no ranking internacional de crescimento do setor, saindo da 24ª para a 64ª posição em apenas um ano.


Sim. E o mais incômodo não é só a queda no ranking — é o que ela revela.



Com isso, o Brasil caiu da 24ª para a 64ª posição entre 83 países no ranking internacional de expansão industrial compilado pelo IEDI com base em dados da Unido. O próprio IEDI descreveu 2025 como um resultado vexatório, e o 4º trimestre também foi fraco: o país ficou na 72ª colocação nessa comparação trimestral.


Traduzindo sem perfume institucional: o país até cresce no discurso, mas tropeça onde riqueza de verdade costuma ganhar escalaprodução, competitividade, tecnologia, produtividade e indústria de transformação. Quando a indústria perde densidade, o resto da economia começa a parecer musculosa de longe e anêmica de perto.


O problema não é só “cair 40 posições”. O problema é o recado embutido nisso: o Brasil está ficando para trás justamente no setor que mais puxa sofisticação econômica.


Sem indústria forte, o país:


exporta menos valor agregado,

depende mais de ciclos primários,

gera menos empregos industriais de qualidade,

e vira especialista em consumir modernidade produzida pelos outros.


É quase uma assinatura nacional do atraso elegante: muita retórica de potência, pouca capacidade de sustentar protagonismo produtivo.

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