
O Oxigênio da Vida
- Open Planning

- 4 de jul.
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Atualizado: 6 de jul.
Estava eu pensando em Deus — o Onisciente, Onipresente e Onipotente — quando me veio uma analogia limitada, como toda comparação humana sobre o Criador, mas ainda assim interessante: Deus pode ser comparado ao ar que respiramos.
O ar envolve a vida na Terra. Não conseguimos enxergá-lo, mas percebemos seus efeitos e dependemos dele para existir. Entretanto, para que o oxigênio cumpra sua função em nosso organismo, precisamos trazê-lo para dentro de nós por meio da respiração.
Podemos, por decisão própria, tentar prender a respiração. Mas, sem recebermos continuamente o oxigênio, a vida não se sustenta.
Assim também é Deus em relação à sua criação.
Sua presença era plena: não apenas ao nosso redor, mas também em nós. Contudo, a humanidade decidiu deixar de “respirá-Lo”. Escolhemos a independência, rompemos a comunhão com o Criador e, como consequência, experimentamos a morte na mente, no espírito, na alma e, por fim, no corpo.
Mas a misericórdia e a graça de Deus romperam a inércia dessas mortes.
O Amor tornou-se manifesto em seu Filho, Jesus Cristo. Por meio d’Ele, o caminho de volta foi aberto. Aquilo que estava separado pôde novamente ser reconciliado.
E, por um ato simples, profundo, consciente e voluntário de fé, podemos voltar a respirar espiritualmente. Podemos receber novamente a presença daquele que é a própria fonte da vida.
Não respiramos para conquistar a vida; respiramos porque a vida nos foi oferecida gratuitamente.
Jesus é o sopro que desperta, o oxigênio que restaura e a vida que não termina.
A pergunta, portanto, permanece:
Vamos continuar apenas sobrevivendo ou decidiremos usufruir do verdadeiro Oxigênio da Vida?




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